Histórias de Motel: Surpresa no parque
26/03

Histórias de Motel: Surpresa no parque

Histórias de Motel

Era uma tarde quente e eu tinha ido a um parque local para relaxar e escrever algo.

Eu estava indo bem fazendo uma história curta, quando eu olhei para cima e vi ela. Ela era linda, com cabelos castanhos encaracolados que iam até um pouco acima de onde eu imaginava que seus lindos mamilos deveriam ser. Seus seios, como se alegres com a manhã de sol, ligeiramente balançavam enquanto ela caminhava em minha direção. Sua pequena e apertada blusa rosa mal contendo seus seios estava implorando para ser rasgada na paixão.

Como eu levantei meu olhar nossos olhos se encontraram e eu me enchi de constrangimento. Eu estava praticamente babando por essa linda mulher, mas para minha surpresa, ela sorriu. Sentado nervosamente enquanto ela caminhava minha direção eu podia sentir o inicio de uma ereção. Nós nos apresentamos e começou a falar e ela perguntou o que eu estava escrevendo.

– Normalmente apenas poesias e pensamentos aleatórios, mas hoje acabei caindo em algo um pouco erótico. Eu admiti com uma risadinha.

Ela então se curvou um pouco em minha direção e como ela cheirava incrível!

– Posso ler? Perguntou ela.

Eu timidamente entreguei o caderno na esperança de não ofendê-la.

Depois de ler as primeiras linhas, ela olhou para mim com um sorriso um pouco malicioso

– Assunto interessante.

A história era sobre 2 pessoas em uma academia e que acabam se encontrando nos chuveiros. Eu assisti suas expressões mudarem de intrigada, para encantada para francamente lasciva, ou então eu esperava.

Com o meu foco estava em suas reações, fiquei surpreso quando senti algo na minha coxa. Eu fiquei instantaneamente excitado quando eu percebi que era a mão dela. Ela acariciava levemente subindo vagarosamente mais a medida que lia.

Com nossos corpos agora pressionados lado a lado, voltei os movimentos, mas não tinha certeza o quão longe ela estava querendo ir. Sua pele tão macia e sedosa estava ansiando por mais. Eu precisava beijar cada centímetro de seu corpo e saborear a sua doçura. Meus lábios pacientemente esperaram que ela terminasse de ler, mas eu estava pronto para atacar. Como ela fechou meu caderno e se virou para mim nossos lábios estavam quase se tocando.

– Você tem mais alguma? Ela perguntou com aquele sorriso diabólico.

Eu então contei que tinha mais no lugar que eu estava passando uns dias para me inspirar: o motel Dallas. Felizmente ela mostrou interesse em conhecer, afinal, não estávamos longe. Nós conversamos e rimos como se nos conhecêssemos  há anos no caminho. Eu comecei a abrir a porta e eu podia sentir sua respiração na minha nuca, logo seguida por seus lábios. Beijos suaves que me fizeram soltar um leve gemido enquanto abria a porta. Suas mãos agora estavam em meus quadris, me puxando para perto, e eu finalmente consegui entrar.

Mal tive tempo de fechar a porta e ela tinha me envolvido em seus braços. Nossos lábios finalmente se encontraram num momento de paixão e ela me prendeu contra a parede. Nós nos beijamos e nos passamos a mão como adolescentes cheios de tesão até que ela estava pressionando seus quadris em mim. Levei-a pela mão até a cama tirando nossas roupas ao longo do caminho. Ela me empurrou para sentar na cama. À medida em que o sol da tarde espreitava por entre as cortinas, percorrendo e brilhando por seu corpo deslumbrante.

Ela me pôs para cada um de seus mamilos grandes com tempo e cuidado. Eu estava pronto para já lhe colocar a língua ou os dedos, mas ela só continuou a provocar. Voltou-se para os meus lábios e eu podia sentir sua vagina molhada remexendo em cima de mim. Minhas mãos estavam acariciando seu corpo todo, e gentilmente puxando seus mamilos.  Eu enfiei a mão entre as suas coxas, e entre todo o líquido que escorria pela sua perna, fui subindo até encontrar seu clitóris inchado. Ela começou a balançar para trás e para frente apertando-se contra minha mão quando eu coloquei dois dedos na sua vagina quente e pingando. Empurrei-a sobre a borda da cama e ela se contorcia descontroladamente enquanto eu a tocava, segurando minha cabeça perto de seu peito. Ela já não aguentava mais e então se encaixou em meu pênis, ali mesmo, sentada encima de mim na borda da cama.

Ela rebolava ali e tremia, claramente mostrando um tesão incontrolável, que também me enchia de tesão, me deixando a ponto de gozar. Segurei firme sua cabeça com as duas mãos, com seus cabelos castanhos entre em meus dedos, e olhei para dentro de seus olhos que já se perdiam nos meus.

– Eu vou gozar. – Murmurei sem fôlego para ela.

Ela gemeu de prazer enquanto claramente chegava ao orgasmo também. Nós então  desmaiamos um no braço do outro na cama e adormecemos.

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