10/08

Histórias de Motel: Bárbara deixa a timidez de lado

Histórias de Motel

Seu estilo sempre foi tímido. Mas parecer recatada e conservadora era apenas uma consequência de sua timidez, pois dentro de si ela possuía ideias loucas, tesão intenso, e fantasias em excesso.

Já fazia um tempo que Bárbara e Rafael estavam juntos. Pegadas no escuro, o aperto na coxa debaixo da mesa de bar, os sussurros de desejo no ouvido. Ela arrepiava de desejo, mas ainda assim, corava as bochechas. Não podia negar que a simples presença de Rafael já a enchia de tesão. Coxas grossas, ela dizia. Coxas grossas.

Até que um dia ela tentou fazer diferente. Talvez uma mudança de ambiente. Algum lugar que já tenha o ar sensual, algum lugar que inspire, e convide a soltar as amarras: Ela escolheu o motel Dallas.

Em um convite um pouco tímido, Rafael já sentiu calafrios ao escutar aquela voz de menina, séria mas desconsertada, tendo a iniciativa de chama-lo para uma noite em um motel, e prontamente aceitou.

E a noite não foi feita com despreparo. Bárbara de antemão escolheu uma bela lingerie preta e de renda, e ousou, com espartilho e meia 7/8, contrastando com sua pele branca e cabelos bem loiros.  Comprou um bom vinho, e fez uma seleção musical inspiradora e sensual. Aquela noite seria dela.

Foi mais cedo e já se preparou para entrar no clima. Quando Rafael bateu a porta, ela já atendeu com uma música ambiente deliciosa ao fundo e oferecendo-o uma taça de vinho. Ver Bárbara daquele jeito gerava um estranhismo, mas era justamente isso que fazia tudo ficar mais gostoso.

Ela já começou o puxando pela blusa de encontro a seus lábios, enquanto o conduzia a cama, e simplesmente o empurrou para cima, deslizando-lhe os dedos e tomando sua posição em pé enquanto degustava um pouco mais do vinho e começava a se livrar do vestido de forma sensual.

Ao som da música, ela mexia seu corpo, colocando a perna em cima da cama, e no deslizar dos dedos tirando as meias vagarosamente. Ela estava em um mundo só seu. E se curtindo. E dava para sentir isso. Deslizando a mão em seu sexo, e levando a boca, provando de seu próprio tesão, ela continuava o seu show.

Sua respiração era profunda, como se ela estivesse se preparando para o que estava por vir. Rafael estava em transe enquanto a observava andar dois passos rebolando em direção a mesa, sentando-se, e com uma perna para trás,  tirou um sapato, e depois o outro. Levantou as pernas bem torneadas para cima, exibindo suas meias ligadas a cinta liga e claro, e suas adoráveis dobras vaginais podiam ser vistas. Começou a abrir as pernas gradualmente expondo mais e mais de seu sexo. Como suas pernas abertas e distantes expondo sua fenda, ela se tocava enquanto se mexia ao som da música.

Rafael estava quase incapaz de respirar, e vendo aquilo, e sem poder toma-la em seus braços, se tocava àquela visão.

Bárbara continuou seu toque vaginal. Ela estava tão molhada que ela não conseguia parar os dedos. Então ela rolou de costas e continuou a estimulação, dessa vez expondo suas belas e redondas nádegas.

E ela se divertia o provocando, e não lhe deixando possui-la. Até que finalmente ela foi para cima de Rafael, e em meio a lambidas, delicados toques e beijos sob o corpo dele, ele a pegou de jeito, arrancando a única peça que ela ainda tinha, que cobria seu sexo.

Gemidos, gemidos de prazer, sem serem retraídos. Ela lhe apertava entre suas definidas coxas enquanto ele entrava dentro dela com toda a força, pois aquele dia, assim como ela, ele não segurava o tesão.

Sentindo que ela estava perto de chegar ao seu ápice, Rafael tirou seu pênis de dentro dela, para cobrir-lhe aquele rosto sensual, com batom vermelho e olhos carregados com o seu prazer, e ela se deliciou com essa atitude, se tocando e gemendo ao seu orgasmo.

Ali deitaram, e se consumiram vez após outra naquela noite, como se nada mais existisse.

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