17/03

Histórias de Motel: A surpresa de Rafa

Histórias de Motel

Ela era pequena, e tão tímida que mal conseguia me olhar nos olhos. Quando o Rafa disse que sua namorada queria um ménage, eu esperava alguém confiante, pra frente e desinibida. Isso, a garota comum tranquila segurando sua bolsa e meio escondida atrás dele me pegou de surpresa..

“Oi”, eu disse, sorrindo tentando passar alguma tranquilidade para ela.

Ela sorriu de volta, deixando a mostra os aparelhos nos dentes. Ela era fofa, apesar do tipo comum.

Rafa tinha organizado esta visita, no Motel Dallas, para que conhecessemos, antes de seguir em frente. Tentei conversar com ela, mas ela riu nervosamente, passando a mão no macio cabelo castanho para tira-lo dos olhos, e dirigiu a conversa de volta para Rafa.

Observei-a admirar a bonita suíte do motel e seus móveis, meus olhos vagando sobre o seu corpo. Seus seios grandes e redondos destacando-se na sua pequena estrutura. Seus jeans era tão baixo que dava para ver o cós de sua calcinha vermelha, acentuado pelo cinto de prata pesado que ela tinha pendurado ao redor dos quadris ossudos.

Comecei a formigar entre as minhas pernas.

Pedimos comida. Eu pensei sobre maneiras de como poderia fazê-la sentir-se mais à vontade, afinal, eu sabia que tinha de fazê-la se sentir confortável ou este menage nunca iria acontecer. Enquanto Rafa estava preocupado com a comida, decidi que eu teria que pegar o touro pelos chifres, e comentei com ela, confiante:

“Ei, você quer ficar um pouco a sós comigo, para que possamos nos conhecer melhor sem o Rafa?”

Ela hesitou.

“Venha.” Eu disse assertivamente, e peguei-a pela mão. Chamei o Rafa, e pedi pra ele dar uma volta para termos um pouco de tempo de garotas e gostaríamos de vê-lo mais tarde. Ele pareceu surpreso, mas não discutiu.

Rafa saiu, e eu fui para a parte externa da suíte com ela. Sentei-me, minha vagina começando a escorrer com antecipação. Ela olhou mais nervosa do que nunca.

“Eu acho que nós deveríamos ter um bate-papo sobre o menage,” eu expliquei, suavemente.

“Você ainda quer fazer isso?”

Ela olhou para seus pés e murmurou um sim.

“Você já fez um antes?” Eu perguntei, tirando o meu casaco, para que ela pudesse ver o meu decote. Notei seus olhos olhando para baixo e para cima novamente.

“Não”, respondeu ela, sem rodeios.

“Você já beijou uma garota antes?” Eu continuei.

“Não.” ela repetiu.

Ela ainda estava de pé. Levantei e a puxei para mim, segurando-a firmemente com as duas mãos ao redor de sua cintura. Lentamente, eu empurrei meus lábios contra os dela. Ela não resistiu, me beijando de volta com firmeza. Então eu empurrei a minha língua em sua boca e a puxei ainda mais apertado contra o meu corpo.

Sentei novamente, e a puxei para o meu colo. Coloquei minhas mãos em torno de sua pequena bunda e a aproximei de mim. Nossos peitos se tocavam, nossas bocas ainda interligados em um beijo apaixonado, eu senti minha vagina pulsar.

Paramos de beijar por alguns segundos e eu sorri para ela. Percebi que conversa não era seu forte, então eu não me incomodei dizer nada, e dei alguns beijos suaves em seu pescoço. Senti suas mãos acariciando meu corpo gentilmente.

Lentamente, eu avancei minhas mãos até os lados da sua blusa branca apertada. Eu acariciei sua   barriga antes de começar a subir com as mãos e poder sentir o revestimento do seu sutiã. Ouvi uma ingestão aguda da respiração antes de eu enfiar minha mão por baixo  de seu sutiã, segurando os seus seios, e logo depois empurrar a minha vagina em direção a dela.

Nós duas estávamos respirando pesado agora, eu não queria nada mais do que arrancar a roupa dela e ir direto ao assunto.

Eu tirei a blusa dela, revelando uma pele alva cheia de sardinhas, e então comecei a lamber e chupar lentamente os seus mamilos cor de rosa. Ela gemeu, e eu podia sentir seus quadris começando a rebolar no meu colo.

Parei por pouco tempo, para olhar nos olhos dela novamente. Ela não desviou o olhar dessa vez, e segurou o meu olhar enquanto eu desabotoava a calça jeans dela. O som do zíper descendo quase me fez chegar a um orgasmo sozinha, e eu levei a mão para fazer o mesmo com o meu jeans.

Deslizei a minha mão sobre a parte de fora de sua calcinha, eu podia sentir que ela estava encharcada. Eu puxei a calcinha para o lado e acariciei a vagina lisinha e depilada dela por fora dos lábios. Ela gemeu no meu ouvido enquanto ‘’desenhava’’ pequenos círculos sobre a parte externa da minha calcinha. Eu lentamente deslizei quatro dedos sobre sua vagina pingando, então, cuidadosamente deslizei um dentro dela. Mergulhando fundo, senti sua mão encontrando seu caminho dentro da minha calcinha.

Eu levantei meus quadris para permitir que ela conseguisse me tocar mais fácil, e ela começou a fazer lentamente mais círculos sobre o meu sexo.

Ela balançava para frente e para trás. Copiei seus movimentos, usando os dedos livres para acariciar e massagear seus lábios e clitóris. Eu sussurrei para ela vir dentro de mim, e ela enfiou dois dedos profundamente em minha vagina completamente aberta.

Empurrando cada vez mais forte contra a minha mão, eu podia sentir que ela estava prestes aatingir o orgasmo.

De repente, percebi de um barulho atrás de mim e eu abri meus olhos. Virei minha cabeça, e pude ver o Rafa nos observando.

Então paramos, e ele olhou para nós, com as mãos dentro da calça uma da outra, entrelaçadas em um abraço, uma das minhas mãos ainda segurando seus seios  e outro coberto em seu gozo.

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